| |
25.12.05
Num primeiro momento não gostei de King Kong. Há alguns recortes pavorosos, ainda mais se conhecendo o perfeccionismo de Peter Jackson. Mas a história de amor vale a pena...
"Saco! Nem posso fazer xixi em paz!"
Para não dizer que não falei...
Um ótimo Ano Novo para todos. Espero encontrar todos aqui novamente. E mais algum desavisado que vier... Todos vocês são adoráveis!
20:10
Colher de Sopa:
18.12.05
Joguinho idiota básico que, volta e meia, rola entre os blogs aqui e ali:
1. Pegue o livro mais próximo de você;
2. Abra o livro na página 23;
3. Ache a quinta frase;
4. Poste o texto em seu blog junto com estas instruções.
"Você está se tornando indispensável para mim. Estou contente de que seja minha mulher. Agradeço-lhe por existir, Paola."
"Deus meu, um mês atrás você diria que isso é uma expressão kitsch de telenovela..."
(A Misteriosa Chama da Rainha Loana, de Umberto Eco e sobre um homem desmemoriado)
*** (Copiado do BR153, assim como as estrelinhas entre os textos) :)
Sofro comigo mesmo: "É pecado achar homem bonito feio?" Parece que vou apanhar sempre que digo, por exemplo, que fulano de tal nem é lá grande coisa. Nem vou dizer os nomes, sob o risco de ser amaldiçoado pelo resto da vida...
***
"Eu só dou esmola no sinaleiro para criança. E só se ela fizer malabarismo direitinho." (Luana Piovani)
Apesar da freqüente implicância, devo admitir que adoro a Luana, pela autenticidade.
18:51
Colher de Sopa:
14.12.05
Não sei se estou sendo rabugento, e nem deveria sê-lo, pelo clima natalino que se aproxima. Mas As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa muito bem poderia ser chamado de Muito Barulho por Nada. Não li a obra original de C. S. Lewis, mas duvido que seja tão infantil quanto a obra cinematográfica. Me incomodou, justamente, o excesso de situações que se "reviravolteiam", 2 segundos depois de criar uma falsa expectativa (tipo: personagem morre, ou trai, ou está em perigo para, dali a 1 segundo, não estar mais naquela situação). Esse recurso engana e comove crianças, vá lá, mas não o adultos cínicos de hoje em dia. Nada parece convencer em Nárnia, a não ser os efeitos especiais (os castores, o leão etc, e mesmo assim creio que o filme não demorará a parecer datado). A guerra travada é risível, assim como o horror causado pela Feiticeira Branca. Uma análise mais consistente (e não esta aqui, por favor), é capaz de fazer ruir todos os alicerces em que se sustentam o filme. Se há mérito, é de ter uma protagonista mirim adorável (a caçula do quarteto). E já que há tanta reviravolta, C. S. Lewis deve ter feito o mesmo em sua tumba.
"Anybody here?"
17:49
Colher de Sopa:
12.12.05
E nunca, depois, houve uma comediante como Doris Day. Ontem assisti A Espiã de Calcinhas de Renda e me lembrei de que há muito, na verdade, não se faz uma boa comédia. É incrível como Billy Wilder não deixou pupilos e como Doris Day tem um timing excelente para o humor, e não por outro motivo tentam sempre imitá-la, penosamente, não é mesmo, Mrs. Sandra Bullock? Day tem uma ingenuidade doce e infantil, com um corpo de mulher que enlouquecia os homens à época, principalmente bons pais de família que, de repente, pensavam que uma esposa pode ser, sim, bonita, espirituosa e inteligente. É vasta a filmografia da atriz, que convencia até quando fazia par romântico com Rock Hudson. Enfim, bons tempos aqueles das comédias de ouro, esquecidas lá atrás em nome do nonsense e da escatologia (irmãos Farrelly e Wayans) e da chatice (Encontros e Desencontros).
"Me engana que eu gosto, querido!"
Pepe (Gianfrancesco Guarnieri) não era personagem de Cambalacho (1986), do mesmo Silvio de Abreu? As mulheres envelhecem melhor? A julgar pelas performances de Fernanda Montenegro e Guarnieri a resposta é...
18:06
Colher de Sopa:
7.12.05
Curtis Hanson nem parece que dirigiu o ótimo Los Angeles - Cidade Proibida. Seu novo filme, Em Seu Lugar, é um amontoado indigesto de clichês, que, barbaridade, dura quase 2 horas e meia. Vinícius, o documentário, tem aproximadamente a mesma duração, mas ainda assim prende a atenção. Apesar, claro, das declamações de Camila Morgado, que, a certa altura, parece à beira de um orgasmo.
***
"Sempre trocam meu nome na rua. É Susana, Geovana... Susana eu até entendo, por que me confundem com aquela mocinha... como é mesmo o nome dela? Aquela, casada com um jogador..." (Luana Piovani se referindo a Susana Werner)
18:30
Colher de Sopa:
2.12.05
Tá, as cenas de tribunal são sofríveis, e até quebram um pouco o ritmo da história de terror que, em essência, ampara-se na reprodução de imagens assustadoras. E só nestes momentos, em que se vislumbra a face do diabo, é que O Exorcismo de Emily Rose se sai bem. Guardarei por um bom tempo na memória as cenas de possessão, lembrança que se avizinha, curiosamente, sempre antes de ir para a cama. A atriz possuída é bem razoável, e convence no papel de jovem à beira de um ataque demoníaco. Mas, a certa altura, soa ridícula sua intenção de servir como alerta para a humanidade sobre os males do mundo. Este mesmo mundo, egoísta que só. Ainda assim, o filme vale pelos poucos mas eficientes sustos.
"Tenho contas pra pagar, oras!"
ou
"Desliguem esse KLB, porra!"
17:47
Colher de Sopa:
|
|